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CPI

Domingo, Setembro 30, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Atualmente, muito se ouve falar em CPI, CPI dos Sanguessugas, CPI das Ambulâncias, CPI do Mensalão, CPI dos Bingos , etc.


Mas na realidade o que é e para que serve a CPI?


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é um organismo de investigação e apuração de denúncias que visam proteger os interesses da coletividade (da população brasileira).

A CPI é uma investigação conduzida pelo Poder Legislativo (Câmera de Deputados Federais e Estaduais ou Vereadores), que transforma a própria Câmara Parlamentar em uma comissão, esta comissão é nomeada pelos membros da Câmara, sendo assim a comissão vai agir em nome da instituição, realizando um inquérito ou uma investigação. Concluída, a CPI aponta ou não, os culpados e suas penas.

A CPI possui acesso ao funcionamento da máquina burocrática, analisa a gestão do bem público e toma medidas necessárias para sua correção e punição dos culpados, caso algo esteja realmente errado.

A CPI pode ter comissões formadas por apenas deputados (no caso de CPI em âmbito federal), apenas por senadores, ou mistos, que envolvem ambas as casas.

Histórico

Até 1930 as tentativas de realização de CPI foram raras e sem resultados práticos, elas estão previstas na Constituição brasileira desde 1946.
A maior limitação da CPI é não poder investigar o Presidente da República.

A arte de 'cantar' ... rsrs

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

As artimanhas utilizadas pelos homens para conquistar uma mulher são diversas, porém nem todas são eficazes, algumas são até engraçadas. Que mulher nunca ouviu uma cantada?
Pois é, a cantada é uma das estratégias mais utilizadas pelos homens, uns são bem sucedidos outros acabam levando um fora. As mulheres também dão cantadas, mas não com tanta freqüência e eloqüência quanto os homens. A maioria das pessoas pensa que há uma fórmula pronta para se conquistar uma pessoa, especialmente as mulheres. Dessa forma um cara utiliza a cantada que um colega utilizou, e daí por diante, não são capazes de perceber que cada mulher é de um jeito, e que boa parte das cantadas não colam. Algumas dessas cantadas são até bem engraçadas, bom se a cantada não colar pelo menos você acaba recebendo um sorriso. Têm pessoas que tem uma lista de cantadas, as utilizam com toda e qualquer mulher que passa. Não se sabe exatamente como surgiu a “cantada”, onde surgiu e nem como se espalhou pelo mundo, sabe-se apenas que é uma invenção masculina para tentar conquistar uma mulher.

Listas com 10 cantadas e as possíveis respostas:

Cantada: A gente já não se encontrou em algum lugar antes?
Resposta: Já e é exatamente por isso que eu não vou mais lá.

Cantada: Este lugar está vago?
Resposta: Está, e este aqui onde estou também vai ficar se você se sentar aí.

Cantada: Nossa! não sabia que boneca andava!
Resposta: E eu não sabia que macaco falava!

Homem: Sabia que você é linda?
Mulher: Pena que não posso dizer o mesmo...

Cantada: Se beleza desse cadeia você pegaria prisão perpétua.
Resposta: Se feiúra fosse crime, você pegaria pena de morte.

Cantada: Qual o caminho mais rápido pra chegar ao seu coração?
Resposta: Cirurgia plástica, lavagem cerebral e uns 3 meses de malhação...

Cantada: Eu quero me dar por completo pra você.
Resposta: Sinto muito, eu não aceito esmola.

Cantada: Está procurando boa companhia?
Resposta: Estou, mas com você por perto vai ficar muito mais difícil encontrar.

Cantada: Eu não acreditava em amor a primeira vista. Mas quando
te vi mudei de idéia.
Resposta: Que coincidência! Eu não acreditava em assombração.

10º Cantada: Eu quero o seu amor, gata!
Resposta: Espera só um pouquinho... Amô-or! Esse cara aqui ta querendo você pra ele!

A amizade colorida

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Casal vivenciando amizade colorida ou namoro?

Amizade colorida significa o relacionamento onde há interação sexual entre os comprometidos, como carícias, beijos, relações sexuais, características do namoro.
A diferença da amizade colorida para a amizade tradicional é devido à intimidade física dos participantes, sendo que não há compromissos com o outro, como o de fidelidade. Pode ocorrer de uma das pessoas envolvidas ajudar a outra a encontrar novos parceiros.

É possível pensar que amizade colorida é aquela que permite as pessoas não ter obrigações, exigir explicações; talvez com o intuito de procurar companhia e momentos de prazer recíproco.

Apesar de haver uma amizade entre essas pessoas, corre-se o risco de uma delas ou as duas, envolver além do que foi determinado, o que pode ocasionar no término da relação ou fazer com que essa acabe aos poucos.

A amizade colorida pode surgir no tempo em que as pessoas não podem ou não querem comprometer-se, estas ocorrem na maior parte das vezes quando as duas pessoas estão sem um namorado ou terminaram uma relação. A aproximação é facilitada pela intimidade, porém há uma confusão sobre o que é o relacionamento.

O fato da mulher se apegar ao amigo pode ser explicado pela confiança depositada no mesmo, acreditando que não será traída, uma vez que o amigo é bastante conhecido.

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

O vinho é uma bebida alcoólica feita através da fermentação do sumo da uva. Para especialistas, o vinho surgiu por acaso, talvez por um pouco de uvas amassadas e esquecidas em um recipiente, que após um tempo, sofreu o efeito da fermentação.

Basicamente existem dois tipos de vinhos: branco e tinto. A diferenciação está nas frutas escolhidas para se obter a bebida e no processo utilizado. Na fabricação do vinho tinto, são utilizadas uvas pretas ou tintas e é necessário o contato do sumo com a casca da uva para atribuir cor e sabor à bebida. Já na fabricação do vinho branco, são utilizadas uvas brancas ou tintas, nesse caso, a casca da uva não pode entrar em contato com a bebida.

O vinho possui uma grande importância religiosa e histórica. Um exemplo disso é a grande importância dessa bebida no cristianismo, que na Santa Ceia, representa o sangue de Cristo. Outro valor da bebida é o fato dela ter surgido antes mesmo da escrita, e ter passado por diversas civilizações, como Egito e Grécia, tomando assim, um contexto histórico.

Além de ser uma bebida agradável, o vinho também é ótimo para a saúde. Pesquisas recentes afirmam que beber de um a dois cálices de vinho por dia, reduz o risco de doenças cardíacas, causadoras do infarto, além de outras doenças. Isso se deve ao fato de que no vinho, há a presença de polifenóis que possuem propriedades antioxidantes, diminuindo a atuação dos radicais livres, que estão ligados a várias doenças, como câncer, estresse, envelhecimento, etc.

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O orictéropo é um animal que vive nas savanas e planícies da África, chamado também de porco da terra, porém ele não tem nenhuma ligação com o porco que conhecemos. Esse animal pesa cerca de 40 a 100 kg, alimenta-se de frutos, insetos, pequenos roedores e principalmente de formigas e cupins, semelhante ao tamanduá-bandeira, usa sua longa língua que é revestida de uma substância pegajosa.

Falando em termos comparativos, o orictéropo tem focinho de porco, orelhas de mula e cava tocas de baixo da terra semelhante à topeira. Os dentes desse animal não são revestidos e desgastam-se, por isso crescem continuamente. O Orictéropo não é valorizado economicamente, por isso não está em extinção. É considerado o animal mais estranho do mundo!


Cidades mais poluídas do Mundo

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Poluição do ar

A poluição é a alteração da atmosfera provocada pelo lançamento de substâncias, matérias ou energia que provocam males ao meio ambiente e à saúde. Existe locais onde a poluição é visivelmente maior e mais concentrada, como é o caso de dez cidades que após uma pesquisa realizada por um laboratório conceituado apresentou níveis extremamente altos de contaminação e de problemas de saúde. A maioria das cidades que apresentam maior grau de poluição se concentra em países considerados de rápido desenvolvimento como é o caso da China e da Índia. São elas:

Norilsk, Rússia: Emite grande quantidade de níquel, cobre, chumbo e cádmio, além de platina e paládio;

Chernobyl, Ucrânia: Libera radioatividade na atmosfera;

Dzerzinsk, Rússia: Libera substâncias químicas através da produção de armas químicas e exploração de minas;

Kabwe, Zâmbia: Apresenta contaminações com chumbo, onde armazenado no sangue de crianças corresponde a 50 microgramas por decilitro;

La Oroya, Peru: Apresenta contaminação com chumbo, zinco e cobre;

Linfen, China: Libera poeira provenientes de carvão e apresenta contaminação na água por arsênio;

Sukinda, Índia: Apresenta contaminação nas águas com cromo hexavalente altamente tóxico;

Tianying, China: Contém grande concentração de chumbo no ar e no solo;

Vapi, Índia: Apresenta contaminação de resíduos industriais;

Sumqayit, Azerbaijão: Apresenta contaminação com metais pesados, petróleo e produtos químicos.


Vítima da poluição concentrada

Tais níveis de poluição trazem grandes conseqüências aos moradores, principalmente para gestantes e crianças. Provocam tumores, doenças respiratórias, leucemia infantil, alergias, doenças crônicas e outras.


Curso de Administração

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Existem vários campos dentro do curso de administração: Hotelaria, Marketing, Gestão de Negócios e outros. Devido a isto resumiremos o curso de administração como um todo sem envolver as habilitações envolvidas.

O que é

O Administrador deve refletir a heterogeneidade das demandas sociais em relação a este profissional, apto para a inserção no mercado de trabalho em contínua transformação, aplicando seu conhecimento para usos produtivos, em qualquer uso organizacional, amparados pelos valores de ética e responsabilidade social. O Administrador atual, multiqualificado, polivalente, generalista, deve exercer funções muito mais abstratas e intelectuais, implicando cada vez menos trabalho manual. Exige-se deste Administrador capacidade de diagnóstico, de solução de problemas, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe, auto organizar-se e enfrentar situações de constantes mudanças.

Campos de Atuação Profissional

O mercado de trabalho do Administrador é um dos mais promissores e vastos. O profissional da Administração pode atuar em Empresas Privadas de Capital Nacional e Multinacionais, Empresas de Economia Mista, Empresas Públicas, Autarquias e Fundações, independentemente de seu porte. Desenvolve suas atividades em diversas áreas funcio-nais e setores, dentre as quais: Administração Geral, Administração de Cidades, Finanças, Relações Humanas, Vendas e Marketing, Organização e Métodos, Comércio Exterior, Gestão de Negócios, Hotelaria, Informática e Compras. O Administrador pode ocupar cargos de Assessor, Consultor, Diretor, Empresário, Gerente, Supervisor/Chefe, Técnico ou ainda trabalhar como Autônomo.

Remuneração

Nos grandes centros, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, administradores em início de carreira recebem em média R$ 1.500 na iniciativa privada e R$ 2.000 no serviço público. Os mais experientes ganham em torno de R$ 4.000.

A estabilidade mata a paixão?

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

A expressão estabilidade está associada à idéia de permanência em um determinado estado por um determinado ente. Explicar o amor não é tarefa fácil, porque nós o definimos por sua manifestação e cada pessoa expressa de maneira diferente. Mas na tentativa de conceituá-lo, os estudiosos estão inclinados a concordar com Robert Heinhein: "amor é a condição na qual a felicidade de outra pessoa é essencial para a sua própria felicidade". Mas na verdade o que se quer, é que o amor aconteça e permaneça pronto por toda a vida, de maneira incondicional e eterna – como nos contos de fadas. Deseja-se que o ser amado seja capaz de realizar todos os nosso desejos e que seja o nosso porto seguro para onde possamos fugir do mundo. Acredita-se que o amor seja capaz de tudo transformar pelo próprio poder. Este é o amor romântico
...O amor e a paixão são sentimentos que podem ser negligenciados, pois não tem o selo da garantia eterna. Quando trocamos paixão por estabilidade não estamos simplesmente trocando uma fantasia por outra?
...Desejamos nas relações constância, trabalhamos para tê-la, mas ela nunca está garantida. Quando amamos, nos relacionamos e sempre estaremos correndo o risco da perda, independente do esforço que se faça.
...Entendo que a diminuição da paixão está mais relacionada com os limites da familiaridade, da intimidade, do peso da realidade e da rotina do que com o medo. Afinal de contas amor e sexo e amor e desejo, nem sempre andam juntos.
...O medo da perda faz com que busquemos o familiar, a rotina, a segurança do aconchego da estabilidade, do sexo confortável, dos aspectos cotidianos da vida que nos mantêm amarrados à realidade e seguros.
...Por maior que seja o amor afetivo entre os casais é necessário que haja instinto, impulso natural para que o prazer sexual aconteça. A sensualidade adormecida pelo excesso de preocupação, atividades, ressentimentos, mágoas e lembranças não favorece o aparecimento de fantasias e desejos e isso leva o casal a entender que o amor acabou ou que existe alguma disfunção erétil ou de frigidez, restando apenas ao casal as cansativas atividades diárias e cotidianas com a casa, os filhos, despesas e contas ...
...E esquecemos que o erotismo gosta do imprevisível. O desejo entra em conflito com o hábito e a repetição! Então o que fazer? Como reacender ou mesmo manter a chama? Quebrar a rotina, surpreender, realizar fantasias, permitir-se ao novo!
...Fantasiar sobre sexo nada mais é do que um recurso natural para alcançar o prazer sexual combinando, corpo, mente e sentimentos.
Kátia Horpaczky - Psicóloga Clinica

Você tem experiência?

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Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta:
"Você tem experiência?"

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.

Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.


Redação vencedora

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta.
Já fiz juras eternas,já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "Qual sua experiência?". Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência.
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
"Experiência?
Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"

Como nasce um paradigma???

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Grupos de cientistas colocaram cinco macacos numa jaula, em cujo centro uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo macaco foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...”
Você não deve perder a oportunidade de passar esta história para seus amigos, para que, vez por outra, questionem-se:

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceiro"
Albert Einstein

A vida

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A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.
Albert Einstein

Mas há a vida

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Mas há a vida

Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor.
Que tem que ser vivido até a última gota.
Sem nenhum medo.
Não mata.
Clarice Lispector

TV e crianças: uma relação conflituosa

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"A tua piscina está cheia de "ratos"
Suas idéias não correspondem aos fatos"

A chamada “babá-eletrônica” pode não ser tão eficiente como se pensa

Sempre é possível dizer algo de negativo sobre a televisão, principalmente sobre a qualidade. Novos estudos, entretanto, criticam o meio de comunicação devido aos seus efeitos sobre as crianças.

Controle (dos pais) remoto?

No relatório Remotely Controlled , publicado em outubro de 2005, o psicólogo Aric Sigman diz que pessoas de todas as idades deveriam diminuir o tempo em fren- te à TV, principalmente as crianças. O re-latório apon- ta que a média de horas dedicadas à televisão é de quatro horas por pessoa na Inglaterra.

Já as crianças passam cerca de sete horas e meia assistindo televisão e ao computador, um aumento de 40% em dez anos.

Este crescimento causa problemas na educação escolar: “Os professores estão sob a pressão de chamar a atenção dos alunos por causa da exposição deles as imagens rápidas das telas. Eles estão enfrentando uma geração que encontra dificuldades em prestar a atenção e, consequentemente, em aprender. Além disso apresentam muito pouco autocontrole e comportamento anti-social”, afirmou o pesquisador Aric Sigman.

TV no quarto

Outros dois estudos trataram do mesmo tema: crianças e televisão. Um deles, publicado em julho de 2005 pelo Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine , concluiu que os pais devem ter bastante cuidado ao expor crianças em idade pré-escolar à TV. Não só: recomenda vivamente que os pais não permitam aos filhos possuir uma TV no quarto.

O segundo estudo, publicado pela Stanford University and Johns Hopkins researchers analisou os resultados escolares de 350 crianças que possuem TV no quarto.

Os resultados mostraram que as crianças com TV no quarto obtiveram de sete a nove pontos abaixo dos seus colegas que não tinham o aparelho para si. Os testes abarcaram os temas matemática, artes e leitura.

Conclusão

Os três estudos trazem uma mensagem clara: a TV pode ser o que ele é, ou seja, um entretenimento. Entretanto, quando começa a invadir a vida familiar de tal forma que se torna o único meio de diversão, pode ser um problema.

Afinal, se entre brincar com os amigos ou estar com os familiares, a televisão é mais interessante, ou há um problema com os amigos e familiares ou com a criança...

A importância do sorriso

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O sorriso não é o mesmo que o riso. Separa-os um fosso tão grande como o que separa as lágrimas silenciosas, diante de um desgosto, dos gritos histéricos e lancinantes de quem não sabe dominar-se.

Bergson escreveu: "O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri.

O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele".

O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe vai no íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas corram menos bem - tudo se resume na harmonia interior.

O sorriso é o que primeiro acontece quando um rapaz e uma rapariga se olham e se enamoram. Não sabem explicar por que se enamoram, mas é-lhes impossível deixar de sorrir um para o outro, num sorriso cúmplice de quem não precisa de palavras para dizer o que sente. Se o enamoramento continua vem a fase em que, juntos, acham graça a tudo, sem prestarem atenção a nada do que os rodeia. Então, por vezes o seu sorriso muda-se em riso estrondoso, mas cristalino manifestando toda a força da sua juventude. Se o enamoramento leva ao namoro e este ao amor que conduz ao casamento estável, então saber sorrir é fundamental para vencer o desgaste da rotina do dia a dia e para evitar o afastamento de dois seres que, vivendo muito perto, estão interiormente afastados - não estão em sintonia.

É pois muito importante saber sorrir. Um sorriso pode dissipar uma angústia, se for simpático, ou aumentá-la se for sarcástico; pode estimular um trabalho, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha se for cínico; pode criar uma amizade, se for sincero e transparente, ou um afastamento se for hipócrita; pode humilhar de modo irreversível se não for autêntico e espontâneo.

O sorriso pode ser um grande auxiliar na educação. Não o sorriso que pactua com a asneira, mas o sorriso que acompanha uma repreensão justa e que mostra ao visado que, apesar da dureza e firmeza da repreensão, há amizade e compreensão.

Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo".

Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar.

E termino com uma frase que vinha num calendário de bolso que me deram: "Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e... não se irrite, sorria".

Maria Fernanda Barroca

"O Brasil deve muito aos negros", diz Mano Brown

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O entrevistado da vez no programa Roda Viva da última segunda, dia 24, foi o rapper Mano Brown, líder do grupo musical “Racionais MC’s, formado em 1988 na capital paulista. Sempre polêmico, o cantor não poupou críticas ao governo e defendeu, mais uma vez, a legalização do tráfico de drogas.

Mano Brown disse que como a bebida, que segundo ele é pior que qualquer outra droga, o tráfico deve ser permitido. “Os traficantes são considerados criminosos, mas os grandes empresários que vedem bebidas não são”, declarou no programa.

A favor das cotas para negros nas universidades, o cantor afirmou que a educação deveria ser de graça para todos e o Brasil “deve muito aos negros”. O músico que não quis cursar o ensino médio, pois não gostava do clima da escola.

No programa mediado por Paulo Markun, que também é responsável pela direção, Mano Brown citou Cuba como exemplo de país que teria parado de tentar ser Nova York, coisa que o Brasil, segundo ele, almeja.

O grupo Racionais MC’s, que conta também com Ice Blue, Edy Rock e KL Jay, raramente faz show fora da periferia, pois, segundo declaração do próprio líder da banda, o público-alvo deles está lá. Com mais de um milhão de cópias vendidas, Mano Brown é considerado é um dos mais influentes rappers do Brasil.

foto: Divulgação/TV Cultura

Sites Fechados

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Confira grandes sites brasileiros que morreram:

Canal Web
Este era um dos principais sites de notícias e hospedava páginas famosas, como o WebGuide, a Revista Internet BR e a Internet Business.
Site: www.canalweb.com.br

Fanáticos Futebol Clube
O site chegou com muitos recursos com jogos cheios de novidade e repleto de prêmios. Tinha um design muito pesado e os jogos ficaram defasados.
Site: www.ffc.com.br

Fera.com
Uma grande rede de lojas, concorrente do Submarino. Apesar de toda a sua força, morreu e levou consigo o MicroSite, uma boa loja de informática.
Site: www.fera.com

HiperMidia
O site trazia muitas notícias de Internet.
Site: www.hipermidia.net

Lanterninha
Página especializada em cinema.
Site: www.lanterninha.com.br

Marvel Comics
Site oficial de uma das editoras de histórias em quadrinhos mais famosas do mundo. Todo fanático em HQs conhece a Marvel.
Site: www.marvelcomics.com.br

Music Beats
Era uma loja on line de CDs.
Site: www.musicbeats.com

NetGol
Já foi um ótimo site sobre futebol.
Site: www.netgol.com

Obsidiana
Foi o canal absoluto do iG na categoria mulher e o melhor no assunto, apesar do nome horrível.
Site: www.obsidiana.com.br

Olé
Site sobre futebol. Funcionava como um game, uma bolsa de jogadores e muito bom por sinal. Mas pendurou as chuteiras por falta de patrocínio.
Site: www.ole.com.br

Patagon
O site Patagon era voltado para finanças. Foi vendido e logo após, foi fechado.
Site: www.patagon.com.br

Patavina.com
Patavina.com era um site dedicado ao tema educação. Ainda aparece em vários sites de busca, inclusive como destaque.
Site: www.patavina.com

Planeta Vida
Era um dos maiores sites de saúde do Brasil.
Site: www.planetavida.com.br

QDez.com
Site sob o conceito de comunidade virtual.
Site: www.qdez.com

Starmedia
Era a grande vedete dos sites relacionados a comunidade latina, comandado por Fernando Espuelas. Após ter gasto muito com publicidade e estrutura, o site não aguentou e a unidade brasileira foi desativada.
Site: www.starmedia.com.br

Tanto Faz
Era um dos maiores portais para jovens do Brasil. Fechou principalmente pela má administração dos recursos.
Site: www.tantofaz.net

Turismonet
Na área de turismo, era um dos mais importantes. Acabou mas se fundiu com outro grande site de turismo
Site: www.turismonet.com.br

Zeek!
Site de clippings do Starmedia, morreu com o Starmedia.
Site: www.zeek.com.br

Zip.net - Portal
Grande portal com e-mail e dezenas de canais, foi incorporado pelo UOL , cedendo todo o conteúdo para o famoso portal. Hoje voltou a ser o velho site de e-mails gratuitos.
Site: www.zip.net

Zoyd
Portal com foco nos jovens, possuía diversos canais, porém um modelo de negócios insustentável.
Site: www.zoyd.com.br

Por que as pessoas traem?

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Na maioria das vezes, a traição acontece quando o relacionamento não atinge mais as expectativas. A pessoa trai porque está em busca de algo mais que a relação não esta oferecendo. É nessa fase que o diálogo entre o casal quase não existe.

A pessoa que trai busca uma saída, uma solução, aparentemente mais fácil. Existem muitas razões para a traição: questões culturais, a busca pelo novo, carências, insatisfação, vingança devido à sensação de estar sendo traído, ou mesmo pela sensação de poder.

As mulheres que são traídas aceitam e lidam melhor com a traição por dependência emocional e até mesmo financeira. Por medo de ficarem sozinhas, quando as mulheres descobrem a traição, tendem a esconder a dor e adotar uma postura de “mãe compreensiva” e perdoam, mesmo que tenham brigado antes.

Essa atitude pode provocar no parceiro que traiu um sentimento maior de dor e remorso. Aliás, podemos verificar na maioria das pessoas que traem esse sentimento de culpa, que pode ou não causar dor.

Os homens quando são traídos fazem o possível para fingir que não sabem, pois, se souberem, terão que tomar uma atitude perante a sociedade que aceita e justifica muito mais a traição masculina do que a feminina. Pode-se dizer que as mulheres brigam e os homens se envergonham.

É muito difícil suportar a infidelidade, a dor de ser traído, de ser enganado. Por isso, há a dificuldade de perdoar e superar o ocorrido.

As relações que têm traições possuem algumas características em comum, a mais frequente é o “tédio” do casamento ou da relação; outra seria a falta de comunicação, quando o casal mal se fala, apenas trocam monossílabas. E a principal é o desinteresse sexual, a falta de tesão mesmo.

As traições se devem a essa nova realidade: onde as pessoas ficam sem compromisso?

Freud estava certo. O pai da Psicanálise escreveu que existe uma grande dificuldade no ser humano em integrar a sexualidade ao resto de sua vida, ao casamento e ao amor. Para muitas pessoas parece até que a vida se resume nessa questão: “Trair ou ser Traído”. Atualmente, a situação de “ficar”, de não ter compromisso, só vem a reforçar e a estimular esse comportamento.

Vale a pena continuar o namoro após uma traição?

Diante da constatação da traição, vale a pena, antes de tomar uma medida precipitada, de ter uma crise nervosa, conversar com o parceiro e esclarecer toda a situação. Se a traição aconteceu, é porque algo não vai bem na relação, está faltando alguma coisa.

A pessoa traída não deve nesse momento se sentir culpada e nem vítima da situação. O mais importante agora é descobrir o que levou o seu companheiro a agir dessa maneira. Escute o que ele tem a dizer e faça uma avaliação da situação, se vale à pena continuar ou não.

É muito difícil perdoar uma traição. Perdoar ou não depende de cada pessoa ou do tipo de relação que existe. Caso a decisão seja por perdoar e continuar o namoro, não relembre o assunto a cada discussão. Usar a traição sempre como arma em outras discussões só trará estresse e desgaste para a relação. Perdoar é esquecer.

Se não houve esquecimento, não houve perdão. Então, o melhor a fazer é terminar o relacionamento.

Homem trai mais que mulher? Por quê?

O que acontece é que os homens idealizam a mulher perfeita em todos os aspectos, e as mulheres desejam um homem que as ame, apóie e as ajude, colocando assim muita expectativa na relação o que pode gerar muita frustração e decepção, facilitando a traição. Homens e mulheres lidam com a questão da traição de formas distintas.

De uma forma geral o homem trai mais. Pode ser por questões ligadas ao sexo, por uma forte atração física, uma oportunidade inesperada e imperdível ou até mesmo por puro exercício de masculinidade.

Em uma sociedade predominantemente machista, os homens são educados para não desperdiçarem nenhuma oportunidade, provando assim que são capazes de seduzir qualquer mulher.

Por estes aspectos é que podemos dizer que geralmente a traição masculina não está ligada ao amor, raramente tem relação com questões afetivas e emocionais. No entanto a mulher quando trai, é por que de alguma forma a relação não vai bem, não a satisfaz, a motivação para a traição está mais ligada ao amor e ao afeto. Pode também haver a traição por vingança, por sentir que está sendo passada para trás.

Como evitar uma traição?

Não existe uma receita, uma formula, o ponto principal é evitar o tédio e a rotina, mantendo a chama do amor e do interesse sexual. O dialogo é muito importante, falar principalmente sobre as dificuldade e divergências, não permitindo assim o acumulo de magoas, ressentimentos e frustrações.

Qual é a melhor companhia nessa situação?

Nesses momentos nada como um ombro amigo, alguém em que você confia. Mas muitas vezes, quando se trata de superar uma infidelidade, ou até mesmo uma dor muito grande gerada pela perda do parceiro,é melhor buscar ajuda profissional do que os conselhos de um amigo.

Um psicólogo, através da terapia, poderá proporcionar as condições, os recursos, a neutralidade e a experiência necessárias para superar o problema.

Psicóloga clinica, Katia Cristina Horpaczky

Drogas: Fuga Infeliz da Realidade

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Você usa drogas? Por que? Já parou para pensar nisso?

Talvez seja por um motivo muito grave, quase insuportável que o levou para o caminho mais fácil: o caminho do uso das drogas. Talvez para fugir de sua realidade dura e implacável. Não estou aqui para julgar o seu motivo, mas sim ajudá-lo a ter mais consciência de seus atos e suas aflições.

Talvez naquele momento tenha sido a sua única saída, ou melhor dizendo, a única saída que você enxergava.

E agora? Como você se sente?

Solucionou o problema?

Como você se sente hoje? Bem ou mal?

A vida é muito dura, castiga as pessoas em certos momentos. Alguns procuram soluções mais saudáveis, outros procuram caminhos que ao invés de solucionar o problema aumentam ainda mais seus conflitos com o problema do vício e da dependência.

Acontece que você já entrou nessa! E como sair agora depois de já estar tão dependente?

Aquele problema que você tinha, antes de ser usuário de drogas, foi o que te levou a usá-las, mas...agora, com o uso das drogas você têm além daquele problema, mais alguns, e talvez ainda mais graves.

Além de não solucionar o problema, raiz do motivo do uso, agora você se encontra mais debilitado, mais alienado, mais descompromissado com a vida, menos saudável, mais ansioso.

Pois é, as drogas não são remédio para os problemas, mas, pelo contrário, aumentam seus problemas em dobro, em triplo e por aí vai, pois ela, na verdade, só mascara a realidade.

As pessoas a sua volta perdem a confiança em você, você começa a perder coisas, perder saúde, perder trabalho, perder carinho.

Agora não adianta mais chorar as pitangas, bola pra frente! Você quer parar?

Essa é uma pergunta importante. Quer se auto-agredir ou parar?

Se quiser parar, o primeiro passo é enxergar o seu problema. Enxergar que a droga só leva à decadência de um ser humano numa degradação social, profissional, familiar e da saúde.

O segundo passo é pedir ajuda. Não tenha medo, e procure um centro de reabilitação.

O terceiro passo é entender como a droga te prejudica, como ela altera todo o seu corpo, seu comportamento e seu psíquico. Tente entender e você irá ver o mal que ela faz.

O terceiro passo é tentar enxergar que há outras coisas que dão prazer na vida, e mais do que isso, que o prazer que a droga lhe dava era pura ilusão, pois na verdade o desprazer que ela causa é arrasador.

O quarto passo é você determinar objetivos, metas saudáveis para você tentar atingí-las. Mas que sejam metas que para serem conquistadas é preciso que você pare de usar drogas. Metas nas quais não cabe o uso das drogas.

O quinto passo é somar essa mistura e ir à luta pela sua vida e sua saúde, colocando tudo isso em prática. Fácil não é, mas impossível muito menos.

O uso de drogas acontece a partir do momento que a pessoa não está conseguindo lidar com as emoções, sejam elas de raiva, rancor, mágoa, inveja, fracasso, ira, ódio de alguém ou de alguma situação.

Como não consegue lidar com as emoções sentidas, a pessoa se sente perdida, sem saber o que fazer. Surge então o amigo de infância, ou um colega de escola, ou a (o) namorada (o), ou um cara simpático, ou mesmo numa festa onde rolam as ditas drogas ilícitas. Você experimenta, e sente a partir dos efeitos, pequenas horas de prazer. Passa o efeito e você cai na realidade novamente, uma realidade com a qual você não está sabendo lidar. Então você se lembra daquela pessoa que te apresentou aquela ervinha, ou pózinho ou outras das várias drogas que existem, e corre atrás para espantar o mau-estar de seus sentimentos de angústia. E cada vez mais, vai procurando, procurando...quando percebe, já está mergulhado e dominado por elas. O que antes era fácil de dominar passou a ser o dono desse jogo. A droga passa a controlar seus passos, você não faz nada sem ela, não reage por si próprio a não ser que ela te acompanhe. Cada dia que passa sem ela é um tormento. Nesse ponto você não consegue sair mais. Para muitos é um caminho sem volta.

Se você usa drogas para suprir a falta de alguém ou de algo, para esquecer de uma situação, para ter sua liberdade...saiba que suprir alguém com a droga não dá, pois a droga não é alguém, não é carinhosa, nem afetuosa. Esquecer uma situação com uma ilusão? Não seria melhor tentar resolver a situação ao invés de fugir dela? Ter sua liberdade? Acha mesmo que você está livre? E a dependência da droga? É a dependência mais maléfica que se poder ter.

Sei que tem coisas na vida que não são fáceis de resolver e nem de mudar, mas é possível mudar o seu pensamento sobre elas.

O que nos incomoda está relacionado ao grau de importância que damos, ao grau de valor que depositamos em algo ou alguém. Quando este valor é ameaçado, muitas vezes não sabemos o que fazer. Talvez se não tivéssemos sentimentos e nem emoções a vida não seria tão complicada. Mas temos que aceitar o fato de que nós seres humanos somos seres emocionais. Não dá para fugir disto, não dá para fugir da nossa condição de seres que desejam, que sofrem, que se emocionam, que se importam, que valorizam, que sentem.

Também não dá para fugir da nossa condição de sermos seres imperfeitos, que sofremos, nos angustiamos, choramos.

Achar uma fórmula mágica que faça com que simplesmente esqueçamos todas a injustiças das nossas vidas é impossível. Por isso, usar drogas é uma fuga de uma situação que te leva a mais e mais problemas, mais do que os que você já tinha.

Se pensa que chegou no fundo do poço, então, pare de cavar. Proponha a si mesmo deixar a "fórmula mágica" ilusória das drogas e procure ajuda a fim de aperfeiçoar sua maneira de lidar com a vida e com seus problemas.

Escrito pela Psicoterapeuta Fabiana Freitas
E-mail: biafapf@hotmail.com

Informações úteis

Sábado, Setembro 29, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Um pouco de cultura sempre faz bem.

Evite dizer:

· Menas (sempre menos)
· Iorgute (iogurte)
· Mortandela (mortadela)
· Mendingo (mendigo)
· Trabisseiro (travesseiro)
· Trezentas gramas (é O grama e não A grama)
· Di menor, di maior (é simplesmente maior ou menor de idade)
· Cardaço (cadarço)
· Asterístico (asterisco)
· Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa)
· Adevogado (advogado - com d mudo)

E lembre-se também:

· Mal - Bem
· Mau - Bom
· A casa é GEMINADA (do latim geminare = duplicar) e não GERMINADA (nascer, brotar )
· O peixe tem ESPINHA (espinha dorsal) e não ESPINHO. Plantas tem espinhos
· Homens dizem OBRIGADO e mulheres OBRIGADA
· O certo é HAJA VISTA (que se oferece à vista) e não HAJA VISTO
· “FAZ dois anos que não o vejo” e não “FAZEM dois anos”
· POR ISSO e não PORISSO
· “HAVIA muitas pessoas no local” e não “HAVIAM”
· “PODE HAVER problemas” e não “PODEM HAVER….”
· PROBLEMA e não POBLEMA ou POBREMA
· A PARTIR e não À PARTIR
· Para EU fazer, para EU comprar, para EU comer e não para MIM fazer, comprar ou comer (mim não conjuga verbo; apenas “eu, tu eles, nós, vós, eles”)

As pronúncias:

· CD-ROM é igual a ROMA sem o A
· Não é CD-RUM (nem CD-pinga, CD-vodka etc).
· ROM quer dizer read only memory - memória apenas para leitura
· HALL é RÓL não RAU, nem AU.

E agora, o horror divulgado pelo pessoal do TELEMARKETING:

· Não é eu vou ESTAR mandando, vou ESTAR passando, vou ESTAR verificando e sim eu vou MANDAR, vou PASSAR e vou VERIFICAR (muito mais simples, mais elegante e CORRETO)

Só mais uma:

· Por favor, arranquem os malditos SEJE e ESTEJE do seu vocabulário.
Isso é Xuxismo, “Hebe”steira…

Sugiram a leitura para os seus amigos e inimigos. Se há tanta bobagem na internet, porque não ler coisa útil de vez em quando?

Acrescento:

· O certo é CUSPIR e não COSPIR
· Fora os que falam estou “soando” referindo-se ao calor… O certo é suando, com “u”, pois quem “soa” é sino!
. MERITÍSSIMO (deriva de mérito, pessoa cheia de méritos) em vez de MERETÍSSIMO (que, aliás, não existe).

O Estatuto do Idoso

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Após sete anos tramitando no Congresso, o Estatuto do Idoso foi aprovado em setembro de 2003 e sancionado pelo presidente da República no mês seguinte, ampliando os direitos dos cidadãos com idade acima de 60 anos. Mais abrangente que a Política Nacional do Idoso, lei de 1994 que dava garantias à terceira idade, o estatuto institui penas severas para quem desrespeitar ou abandonar cidadãos da terceira idade. Veja os principais pontos do estatuto:

Saúde

O idoso tem atendimento preferencial no Sistema Único de Saúde (SUS).

A distribuição de remédios aos idosos, principalmente os de uso continuado (hipertensão, diabetes etc.), deve ser gratuita, assim como a de próteses e órteses.

Os planos de saúde não podem reajustar as mensalidades de acordo com o critério da idade.

O idoso internado ou em observação em qualquer unidade de saúde tem direito a acompanhante, pelo tempo determinado pelo profissional de saúde que o atende.

Transportes Coletivos

Os maiores de 65 anos têm direito ao transporte coletivo público gratuito. Antes do estatuto, apenas algumas cidades garantiam esse benefício aos idosos. A carteira de identidade é o comprovante exigido.

Nos veículos de transporte coletivo é obrigatória a reserva de 10% dos assentos para os idosos, com aviso legível.

Nos transportes coletivos interestaduais, o estatuto garante a reserva de duas vagas gratuitas em cada veículo para idosos com renda igual ou inferior a dois salários mínimos. Se o número de idosos exceder o previsto, eles devem ter 50% de desconto no valor da passagem, considerando-se sua renda.

Violência e Abandono

Nenhum idoso poderá ser objeto de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão.

Quem discriminar o idoso, impedindo ou dificultando seu acesso a operações bancárias, aos meios de transporte ou a qualquer outro meio de exercer sua cidadania pode ser condenado e a pena varia de seis meses a um ano de reclusão, além de multa.

Famílias que abandonem o idoso em hospitais e casas de saúde, sem dar respaldo para suas necessidades básicas, podem ser condenadas a penas de seis meses a três anos de detenção e multa.

Para os casos de idosos submetidos a condições desumanas, privados da alimentação e de cuidados indispensáveis, a pena para os responsáveis é de dois meses a um ano de prisão, além de multa. Se houver a morte do idoso, a punição será de 4 a 12 anos de reclusão.

Qualquer pessoa que se aproprie ou desvie bens, cartão magnético (de conta bancária ou de crédito), pensão ou qualquer rendimento do idoso é passível de condenação, com pena que varia de um a quatro anos de prisão, além de multa.

Entidades de Atendimento ao Idoso

O dirigente de instituição de atendimento ao idoso responde civil e criminalmente pelos atos praticados contra o idoso.

A fiscalização dessas instituições fica a cargo do Conselho Municipal do Idoso de cada cidade, da Vigilância Sanitária e do Ministério Público.

A punição em caso de mau atendimento aos idosos vai de advertência e multa até a interdição da unidade e a proibição do atendimento aos idosos.

Lazer, Cultura e Esporte

Todo idoso tem direito a 50% de desconto em atividades de cultura, esporte e lazer.

Trabalho

É proibida a discriminação por idade e a fixação de limite máximo de idade na contratação de empregados, sendo passível de punição quem o fizer.

O primeiro critério de desempate em concurso público é o da idade, com preferência para os concorrentes com idade mais avançada.

Habitação

É obrigatória a reserva de 3% das unidades residenciais para os idosos nos programas habitacionais públicos ou subsidiados por recursos públicos.

Leia o estatuto: Clique aqui !

A discussão sobre a maioridade penal...

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Maioridade Penal ...

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores
























Fica essa pra você refletir! Comente sobre ;)

Programa de Aceleração do Crescimento

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Clique na imagem e saiba mais sobre o PAC !!!

O Quase

Sexta-feira, Setembro 28, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

(Luís Fernando Veríssimo)

Afinal, o que é ser cidadão?

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: é, em resumo, ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos. Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho, ao salário justo, à saúde, a uma velhice tranqüila. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais, fruto de um longo processo histórico que levou a sociedade ocidental a conquistar parte desses direitos.

Cidadania não é uma definição estanque, mas um conceito histórico, o que significa que seu sentido varia no tempo e no espaço. É muito diferente ser cidadão na Alemanha, nos Estados Unidos ou no Brasil (para não falar dos países em que a palavra é tabu), não apenas pelas regras que definem quem é ou não titular da cidadania (por direito territorial ou de sangue), mas também pelos direitos e deveres distintos que caracterizam o cidadão em cada um dos Estados-nacionais contemporâneos. Mesmo dentro de cada Estado-nacional o conceito e a prática da cidadania vêm se alterando ao longo dos últimos duzentos ou trezentos anos. Isso ocorre tanto em relação a uma abertura maior ou menor do estatuto de cidadão para sua população (por exemplo, pela maior ou menor incorporação dos imigrantes à cidadania), ao grau de participação política de diferentes grupos (o voto da mulher, do analfabeto), quanto aos direitos sociais, à proteção social oferecida pelos Estados aos que dela necessitam.

A aceleração do tempo histórico nos últimos séculos e a conseqüente rapidez das mudanças faz com que aquilo que num momento podia ser considerado subversão perigosa da ordem, no seguinte seja algo corriqueiro, “natural” (de fato, não é nada natural, é perfeitamente social). Não há democracia ocidental em que a mulher não tenha, hoje, direito ao voto, mas isso já foi considerado absurdo, até muito pouco tempo atrás, mesmo em países tão desenvolvidos da Europa como a Suíça. Esse mesmo direito ao voto já esteve vinculado à propriedade de bens, à titularidade de cargos ou funções, ao fato de se pertencer ou não a determinada etnia etc. Ainda há países em que os candidatos a presidente devem pertencer a determinada religião (Carlos Menem se converteu ao catolicismo para poder governar a Argentina), outros em que nem filho de imigrante tem direito a voto e por aí afora. A idéia de que o poder público deve garantir um mínimo de renda a todos os cidadãos e o acesso a bens coletivos como saúde, educação e previdência deixa ainda muita gente arrepiada, pois se confunde facilmente o simples assistencialismo com dever do Estado.

Não se pode, portanto, imaginar uma seqüência única, determinista e necessária para a evolução da cidadania em todos os países (a grande nação alemã não instituiu o trabalho escravo, a partir de segregação racial do Estado, em pleno século XX, na Europa?). Isso não nos permite, contudo, dizer que inexiste um processo de evolução que marcha da ausência de direitos para sua ampliação, ao longo da história.

A cidadania instaura-se a partir dos processos de lutas que culminaram na Declaração dos Direitos Humanos, dos Estados Unidos da América do Norte, e na Revolução Francesa. Esses dois eventos romperam o princípio de legitimidade que vigia até então, baseado nos deveres dos súditos, e passaram a estruturá-lo a partir dos direitos do cidadão. Desse momento em diante todos os tipos de luta foram travados para que se ampliasse o conceito e a prática de cidadania e o mundo ocidental o estendesse para mulheres, crianças, minorias nacionais, étnicas, sexuais, etárias. Nesse sentido pode-se afirmar que, na sua acepção mais ampla, cidadania é a expressão concreta do exercício da democracia.

Apesar da importância do tema e do significado da discussão sobre a cidadania não tínhamos, até agora, um livro importante sobre o tema, razão pela qual há cerca de dois anos começamos a organizar uma obra consistente sobre a história da cidadania. Inicialmente pensamos que a carência bibliográfica era apenas um problema brasileiro, mas aos poucos fomos percebendo que era um fenômeno mundial. Não havia, simplesmente, um grande livro sobre a história da cidadania. Quem quer que escrevesse sobre o assunto recorria ao sociólogo inglês T. H. Marshall, autor de um texto básico, mas que não tinha a pretensão de ser uma história da cidadania. De resto, achamos importante mostrar que a sociedade moderna adquiriu um grau de complexidade muito grande a ponto de a divisão clássica dos direitos do cidadão em individuais, políticos e sociais não dar conta sozinha da realidade.

Nossa proposta foi a de organizar um livro de história social, no sentido de não fazer um estudo do passado pelo passado, muito menos do passado para justificar eventuais concepções pré-determinadas sobre o mundo atual. Queríamos, isto sim, estimular a produção de textos cuidadosamente pesquisados, mas que se propusessem a dialogar com o presente. Não é por acaso que os textos dão conta de um processo, um movimento lento, não linear, mas perceptível, que parte da inexistência total de direitos para a existência de direitos cada vez mais amplos.

Sonhar com cidadania plena em uma sociedade pobre, em que o acesso aos bens e serviços é restrito, seria utópico. Contudo, os avanços da cidadania, se têm a ver com a riqueza do país e a própria divisão de riquezas, dependem também da luta e das reivindicações, da ação concreta dos indivíduos. Ao clarificar essas questões, este livro quer participar da discussão sobre políticas públicas e privadas que podem afetar cada um de nós, na qualidade de cidadãos engajados. Afinal, a vida pode ser melhorada com medidas muito simples e baratas, ao alcance até de pequenas prefeituras, como proibição de venda de bebidas alcoólicas a partir de certo horário, controle de ruídos, funcionamento de escolas como centros comunitários no final de semana, opções de lazer em bairros da periferia, estímulo às manifestações culturais das diferentes comunidades, e muitas outras. Sem que isso implique abrir mão de uma sociedade mais justa, igualitária, com menos diferenças sociais, é evidente

Calculando o 'pi' ....

Quinta-feira, Setembro 27, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores


O número Pi é uma dízima infinita que comumente representamos por 3,14..., apesar de serem inúmeras as casas que podem ser calculadas após a vírgula. O mais famoso dos números irracionais causa um fascínio tão grande em determinadas pessoas que elas passam a se dedicar a calcular mais e mais decimais. De acordo com o Guiness Book of Records, o professor Yasumasa Kanada, da Universidade de Tóquio, e o doutor Daisuke Takahashi detêm o recorde de número de decimais do Pi calculado até hoje. Os dois chegaram a um resultado que soma 206.158.430.000 dígitos após o 3,141.

A Incrível Religião do Individualismo

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Vivemos numa sociedade competitiva, de mercado, periférica ao capitalismo central, subdesenvolvida econômica e espiritualmente que só consegue encontrar "saídas" - raras, raríssimas - para indivíduos. E o indivíduo que consegue libertar-se, não raro desonestamente, de toda a opressão imposta, tende a reificá-la transformando-se em opressor também. E esta secular e perversa estrutura individualista se reproduz como um câncer, obliterando a razão, as emoções e os sentimentos das pessoas. Quer-se, acima de tudo, o "bem" para si próprio - seja lá o que for que isto signifique dentro de um contexto humano! Raramente se pensa ou se trabalha em prol da coletividade, e isso mesmo dentro do meio político, com situacionistas e oposicionistas acusando-se mutuamente de utilização privada do espaço público!

Como regra geral as pessoas buscam individualmente uma saída qualquer para a escravidão, a miséria, a loucura em que o século XX se enfiou. Em sua luta individual pela libertação, o homem se esquece de fatores fundamentais, como o fato de haver mais gente em igual situação e a ação coletiva tenderia a ser muito mais eficaz que a busca solitária.

Ou há liberdade para todos ou ela não existe de todo!

As poucas liberdades individuais conseguidas em raríssimas ocasiões são aquelas em que o "prego" passa a ser martelo mas a pancadaria continua. Que "liberdade" é essa, afinal?

Além desta loucura institucionalizada, há mais, talvez até em decorrência disto: clientelismo, analfabetismo, desemprego, frustrações, ignorância, prostituição, violência, miséria... Para onde se volte o olhar, vemos o mesmo quadro. Estamos devastando o mundo, agredimos a natureza e agredimos a nós mesmos ao agredirmos outras formas de expressão da natureza além da sociedade humana.

A sociedade industrial encontra-se aparatada para estraçalhar a Vida, que, apesar de tudo, segue subversivamente existindo, vivendo, amando. O tremendo e quiçá inconsciente suicídio coletivo que a sociedade humana está em vias de cometer e foge à percepção da maioria é de tal modo absurdo que mal dá para acreditar! Desta maneira, encontrar uma forma de inserção social no mundo que agrida o menos possível o que de mais inocente e nobre existe em cada um é dificílimo, mas fundamental.

O homem, já nos aponta José Carlos Mariátegui em O Homem e o Mito é um "animal metafísico": não se vive fecundamente sem uma concepção metafísica de vida. Estou convencido de que a forma de inserção no mundo que todos temos, como pulsão básica a reger nossas vidas, como uma alternativa ou probabilidade de saída da loucura é a religião em seu sentido mais sublime.

Há a religião cristã, a muçulmana, a judaica, a hindu, a budista... Há também a "Incrível Religião do Individualismo" que, hoje, conglomera o maior número de seguidores jamais imaginado como possível! Enfim, quando os homens defendem seus pontos de vista frente a outros homens, freqüentemente utilizam-se do artifício de "disfarçar" o nome da proposta para não assustar seu ouvinte. Com a proliferação das seitas pseudo-cristãs, do tipo templo é dinheiro, há aqueles que pregam coisas como: "Não é religião, é Cristo!" Os defensores da incrível religião individualista apresentam-se, de fato, em seus discursos anti-humanistas como "defensores da livre-iniciativa". No ritualismo demente da Incrível Religião do Individualismo, o burguês médio acende uma vela para si mesmo e outra para Mammon.

Aquele que, contra a natureza, correu sozinho até a liberdade, agrediu tanto a sua própria alma que hoje precisa de um "médico de almas". E a religião individualista apresenta orgulhosa seus novos sacerdotes: é o psicólogo, o psicanalista, o psiquiatra, psi... E o poder individual, o Führerprinzip da sociedade moderna encontra plenas justificativas aqui nestas novíssimas ciências. Ainda assim há o homem. O ser humano natural, sepultado debaixo de grossas camadas de hipocrisia com que se protege do seu próprio medo e do ódio dos demais. Por trás disso tudo não há mais que uma criança inocente, boa, alegre mas muito assustada. O homem natural busca satisfações naturais a seus anseios naturais.

A cultura, saber coletivo, é tão natural para o homem quanto sua herança genético-bilógica. O desvio da cultura (saber coletivo) "para dentro" é tão incrivelmente despropositado quanto as guerras. Já temos tantos problemas na domesticação da natureza, na humanização das forças naturais que o desvio das considerações intelectuais humanas na direção da destruição tecnológica de outros seres humanos é, evidentemente, um despropósito!

A criação ou o surgimento de uma cultura individualista é uma fantástica contradição, só crível porque existente. Pior: hegemônica!

Urge superar a violência da sincrética religião burguesa/individualista e criar um mito novo, fundado no Amor, na livre imaginação, nos sonhos e na Verdade. Isto só pode fazer sentido, claro, numa atuação coletiva em busca de uma nova forma de convivência social que liberte os seres humanos do medo e do ódio, fundando novas formas de relacionamento que abalarão até os fundamentos de uma sociedade assim absurda!

Na sociedade do futuro, fraternidade, liberdade, igualdade serão mais do que meras bandeiras levantadas por escassos idealistas ou mesmo por intelectuais que sequer conseguem sair da academia para a rua em busca de unir-se ao povo em suas justas reivindicações. Na sociedade do futuro, o bem-estar físico e mental de todos os seres humanos do planeta estará erguido à posição prática coletiva daquilo que se pode chamar, com licença da Teologia da Libertação, de Construção do Reino de Deus na Terra.

Por Lázaro Cháves

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Quarta-feira, Setembro 26, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Artigo I - Todos os Homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

Artigo II -

1) Todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou

de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

2) Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania.

Artigo III - Todo homem tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo IV - Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.

Artigo V - Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

Artigo VI - Todo homem tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.

Artigo VII - Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viola a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo VIII - Todo homem tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou por lei.

Artigo IX - Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo X - Todo homem tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação contra ele.

Artigo XI - 1) Todo homem acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias à sua defesa.

2) Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituam delito perante o direito nacional ou internacional. Também não será imposta pena mais forte do que aquela, que no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

Artigo XII - Ninguém será sujeito à interferência na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Todo homem tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.

Artigo XIII -

1) Todo homem tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.

2) Todo homem tem direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.

Artigo XIV - Todo homem, vítima de perseguição, tem direito de procurar e de gozar asilo em outros países. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos objetivos e princípios das Nações Unidas.

Artigo XV -

1) Todo homem tem direito a uma nacionalidade.

2) Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo XVI -

1) Os homens e mulheres maior de idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.

2) O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

3) A família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado.

Artigo XVII -

1) Todo homem tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.

2) Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.

Artigo XVIII - Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

Artigo XIX - Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios independentemente de fronteiras.

Artigo XX -

1) Todo homem tem direito à liberdade de reunião e associações pacíficas.

2) Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo XXI -

1) Todo homem tem direito de tomar parte no governo de seu país diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.

2) Todo homem tem igual direito de acesso ao serviço público de seu país.

3) A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou por processo equivalente que assegure a liberdade do voto.

Artigo XXII - Todo homem, como membro da sociedade, tem direito à segurança social, e à realização pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.

Artigo XXIII -

1) Todo homem tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

2) Todo homem, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.

3) Todo homem que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

4) Todo homem tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para proteção de seus interesses.

Artigo XXIV - Todo homem tem direito a repouso e lazer, inclusive à limitação razoável das horas de trabalho e a férias remuneradas periódicas.

Artigo XXV -

1) Todo homem tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.

2) A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Artigo XXVI -

1) Todo homem tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.

2) A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos do homem e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a

compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.

3) Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução

que será ministrada a seus filhos.

Artigo XXVII -

1) Todo homem tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de usufruir as artes e de participar do progresso científico e de seus benefícios.

2) Todo homem tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

Artigo XXVIII - Todo homem tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.

Artigo XXIX -

1) Todo homem tem deveres para com a comunidade, na qual o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.

2) No exercício de seus direitos e liberdades, todo homem está sujeito apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito aos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.

3) Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos objetivos e princípios das Nações Unidas.

Artigo - XXX - Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.

Organização das Nações Unidas, Paris, 10 de dezembro de 1948

Preserve o 'ouro líquido' !!!

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

A cada dia aumenta a freqüência de noticias e preocupações em relação ao meio ambiente: queimadas, poluição do ar, desmatamentos, destruição de florestas e principalmente fatos relacionados à água como : poluição por esgoto doméstico, vazamentos de óleo, resíduos industriais e agroquímicos, assoreamento de rios devido a desmatamentos clandestinos e destruição de matas ciliares, causando aumento da ocorrência e da gravidade das enchentes, reservatórios destinados ao abastecimento das populações com cada vez menor quantidade e qualidade de água disponível.
Juntamente com o aumento da quantidade destas noticias, cresce a preocupação com a disponibilidade desta água para um futuro bastante próximo. Esta mesma água, que até a bem pouco tempo era tratada com o descaso de um recurso natural que seria renovável e inesgotável, hoje esta recebendo a importância que lhe é devida, por ser um recurso essencial à vida, ao desenvolvimento econômico e ao bem estar social e que não pode continuar sendo utilizada de forma indiscriminada como até hoje. Existem previsões de que se houver uma terceira guerra mundial, esta seria pela disputa da água. Por que? De onde vem toda essa preocupação se dois terços da Terra são formados pela água? Na verdade menos de 1% de toda essa água existente esta disponível, já que apenas 2,68% desta é doce, e existe uma demanda mundial crescente pelo seu uso. A população do planeta levou 1 milhão de anos para chegar a 3 bilhões de habitantes e apenas 40 anos para dobrar esse numero. A previsão é de que em 2050 deverá atingir 9 bilhões de habitantes.
Prevê-se que, se não houver uma mudança rápida e efetiva na política mundial da água, até o ano 2025 dois terços da população mundial sofrerão com a escassez desse importante recurso natural. Todos tem sua parcela de contribuição a oferecer; a população em geral, evitando o desperdício; as indústrias, com o tratamento de seus resíduos antes de lançá-los nos rios; as administrações públicas, com tratamento de esgotos urbanos e saneamento básico; os agricultores, com o uso correto de agroquímicos e com a preservação de nascentes, mananciais e matas ciliares; e os profissionais que atuam em todas as áreas que possam ter alguma relação com o meio ambiente, oferecendo orientação e educação ambiental, despertando nas pessoas a conscientização para assuntos relacionados à preservação da vida em nosso planeta, que depende diretamente da existência e da preservação da qualidade da água.

O último dia...

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Aquele era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso."

Naquela manhã, sentiu vontade de dormir um pouco mais. Estava cansado, tinha deitado muito tarde e não havia dormido bem. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama, e levantou-se, pensando nas muitas coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado e nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem muita convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia pedindo mais tempo para ficarem juntos.
Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Entrou no carro e saiu. Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar.
Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto. Mas não podia, naquele dia, sair da empresa. Quem sabe no próximo final de semana?
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.

Na hora do almoço, pediu à secretária para trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte.
Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up.
Mas ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.

Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou ao trabalho. "a vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir.
Saiu para uma reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando os degraus de dois em dois. Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a marcha, sentiu de novo o mal estar e agora com uma dor forte no peito.
O ar começou a faltar... A dor foi aumentando... O carro desapareceu... Os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem.
A esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã?
A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento.
Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte: a dor da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas...
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...

Queria... Queria... Mas não havia mais tempo...
..............................

Quantas pessoas estão vivendo hoje seu último dia de existência na Terra e não sabem disso!
Quantas saem do corpo físico diariamente e deixam muitas coisas por fazer!
Certamente os compromissos profissionais, a limpeza da casa, as compras, os pagamentos, outras pessoas farão.

Mas as questões afetivas, as coisas do coração, somente cada um pode deixar em dia. Aquela visita a um amigo, o abraço de ternura num familiar querido, um beijo carinhoso na esposa ou esposo, uma palavra atenciosa a alguém que precisa, um tempo a mais para dedicar aos amores...

Um exemplo a ser seguido!

Terça-feira, Setembro 25, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

O sociólogo Herbert de Souza (1935-1997), o Betinho, passou a vida lutando contra a morte e em favor da democracia econômica e social, do aprimoramento da institucionalidade democrática e da construção na sociedade de novos valores ético-culturais, capazes de transformar o direito à cidadania e à democracia numa exigência de todos.

Nascido em Bocaiúva, Minas Gerais, herdou da mãe a hemofilia, que o condenou a ter uma vida cheia de privações. Aos 15 anos pegou tuberculose, numa época em que a doença era fatal. Betinho e seus dois irmãos - Henfil, que era cartunista, e Chico Mário, compositor - eram hemofílicos e adquiriram aids em transfusão de sangue. Henfil morreu em 1987, Chico em 88 e Betinho, mais uma vez sobreviveu. "Eu nasci para o desastre, porém com sorte", costumava dizer.

Desde a época de estudante, quando fazia a Faculdade de Ciências Sociais e Políticas, Betinho expunha suas idéias em favor da democracia. Em 1964, com a queda de João Goulart e o início do regime militar, passou a ser procurado pela polícia política. Viveu cinco anos na clandestinidade e 11 no exílio, no Chile (onde foi assessor do presidente Salvador Allende e, com a queda e morte deste, em 1973, refugiou-se na embaixada do Panamá), no Canadá e na Suécia.

Em 1979, retornou publicamente ao Brasil e fundou o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), entidade não-governamental de pesquisas. Em 1990, organizou Brasil, Terra e Democracia, um grande evento que mobilizou milhares de pessoas no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, num movimento pela reforma agrária e pela luta ambiental. No ano seguinte, ganhou o prêmio Global 500, da ONU, por suas campanhas em defesa da Amazônia e da Baía da Guanabara.

Betinho tornou-se conhecido nacionalmente por sua campanha contra a fome. Em 1993 organizou uma entidade governamental, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar, e uma não-governamental, a Ação da Cidadania Contra a Miséria e pela Vida. Nesse mesmo ano, recebeu o Troféu Criança e Paz da Unicef (Fundação das Nações Unidas para a Infância). Em janeiro de 1997 foi nomeado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso para a Comunidade Solidária. Em março de 97 lançou o movimento Democracia na Terra. Em maio de 97, três meses antes de morrer e já bastante debilitado pela aids, Betinho se afastou da campanha contra a fome.

... Temos fome de Ética!

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- Temos fome de Ética!
- Só a participação cidadã é capaz de mudar o país.

A Utilização do Porquê

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

A maioria da população sofre com as dificuldades em entender a utilização da língua-padrão portuguesa, principalmente na utilização do "Por que / Por quê / Porque / Porquê". Confira alguns exemplos:

- Não sei por que você acha isso.
- Claro. Por quê?
- Não julgues porque não te julguem.
- Dê-me ao menos um porquê para sua atitude.

A forma por que é a seqüência de uma preposição (por) e um pronome interrogativo (que). É equivalente a "por qual motivo", "por qual razão", vejamos:

- Não sei por qual motivo você acha isso.
- Não sei por qual razão você acha isso.

Caso surja no final de uma frase, imediatamente antes de um ponto: final, de interrogação ou exclamação, ou um ponto de reticências, a seqüência deve ser grafada por quê, pois,d evido à posição na frase, o monossílabo que passa a ser tônico.

- Não sei por quê!
- Ainda não terminou? Por quê?

Existem casos em que por que representa uma seqüência preposição + pronome relativo, equivalendo a pelo qual, pelos quais, pelas quais, pela qual. Em outros contextos por que equivale a "para que":

- O túnel por que deveríamos passar desabou ontem.

A forma porque também é uma conjunção, equivalente a pois, já que, uma vez que, como:

- Você continua implicando comigo! É porque eu faltei ontem?

Porque também pode indicar finalidade, como: para que, afim de. Trata-se de um uso mais frequente na linguagem atual.

A forma porquê representa um substantivo. Significa causa, razão, motivo e normalmente surge acompanha de uma palavra determinando, um artigo, por exemplo.

- Creio que os verdadeiros porquês mais uma vez não vieram à luz


É, agora fica mais difícil errar. Só prestar atenção nas regras e pronto!

"Precisa-se de Matéria-Prima para construir um País"

Domingo, Setembro 23, 2007
Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve. E o que vier depois de Lula também não servirá para nada. Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão e corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula. O problema está em nós. Nós como POVO. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a "ESPERTEZA" é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE ESTÃO. Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde fazemos "gatos" para roubarmos luz e água e nos queixamos de como esses serviços estão caros. Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior é nosso atual Presidente, que recentemente falou que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem econômica.

Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar ao que não tem, encher o saco ao que tem pouco e beneficiar só a alguns . Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser "comprados", sem fazer nenhum exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem "molhei" a mão de um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como brasileiro, apesar que ainda hoje de manhã passei para trás um cliente através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta!.Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa.Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA" congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana , mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não em outra parte...

Me entristeço. Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados.... igualmente sacaneados!!! É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda...Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias. Nós temos que mudar, um novo governador com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada. Está muito claro...... Somos nós os que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda nos acontecendo: desculpamos a mediocridade mediante programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido... Sim, decidi procurar ao responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.Aí está. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO. E você, o que pensa?....

[Escrito por João Ubaldo Ribeiro]

Estrutura social, qual seu papel na sociedade?

Postado por Higor Bastos 0 Opniões dos leitores

Sociedade (civil) é a reunião, o agrupamento, de seres que vivem em estado gregário, em certa faixa de tempo e espaço, segundo normas comuns – escritas e/ou culturais, e unidos pelo sentimento de consciência de grupo e que assim se mantém por vontade própria.

Trata-se, então, de um corpo orgânico estruturado pelo geral dos indivíduos segundo as leis, a moral e a cultura em todos os níveis da vida social comum: sistema econômico de produção, distribuição e consumo, sob um dado regime político e jurídico válido para todos, independentemente de suas diferenças biológicas (cor, tamanho, biótipo), emocionais (carência, afetividade), psíquicas (comportamentos, reações), intelectuais (sabedoria, conhecimento, criatividade) e espirituais (crença, fé, sentido de vida).

A soma das inúmeras sociedades existentes no planeta constitui a humanidade terrena. As sociedades são a soma das inúmeras comunidades nela existentes. As comunidades são a soma das famílias que integram. E as famílias são as soma dos indivíduos que a compõe.

Uma sociedade, pois, é o conjunto de seus indivíduos com seus valores, suas atitudes, seus comportamentos e das diversas atividades por eles desenvolvidas. Como se vê, o sucesso e também o fracasso da humanidade e de uma sociedade em especial, tem origem no individuo e na família.

A construção dos indivíduos e, por extensão, das famílias, se dá no interior das próprias famílias, na escola, na sociedade e nos estamentos afetos de formação à formação espiritual, que na maioria dos países ocidentais estão entregues às igrejas. Com as crises morais e a desorganização progressiva da sociedade, que nada mais são do que as crises do homem, da família, da escola, da igreja e da sociedade, estas são produto daquilo que “fabricam” e “algozes” daqueles que as integram.

São os indivíduos, pois, a causa do sucesso ou do fracasso de si próprios, de sua própria família, de sua própria escola, de sua própria instituição de fé e, em última análise, de sua própria sociedade.

O que fazemos à nós reflete. Nossas atitudes interagem no meio em que vivemos. Procuremos, então, explanar o que tivermos de melhor, aproveitando ao máximo do conhecimento que se pode vir a ter. Seja um integrante social de bons atos, não fará nada além de contribuir para o bem estar seu, e do próximo!